Será que consigo manter dois blogs no ar? Me deu uma vontade louca de continuar a escrever aqui. Mudar o layout do blog, recomeçar, me inspirar novamente e botar a mão na massa. Antes e depois da Joana. One more try. Gosto de escrever e pronto. Só que não pode ser obrigação, se não eu corro.
O bebê

O bebê está em casa. Joana chegou numa quinta feira, dia 2 de julho, 19h21. Era como eu imaginava: imprevisível. Nada parecido com nada que eu já tenha vivido. Mesmo que seja uma experiência comum a muitas mulheres por parto natural, normal ou cesária. O que vem depois do parto é feliz e assustador. Não vem ninguém te entregar um manualzinho com páginas marcadas e textos grifados para emergências. É mais ou menos assim. Entenda o seu bebê. Perceba o que ele precisa e vai em frente. Esperamos que você saiba o que fazer. O bebê tambem. E assim tem sido os meus primeiros dias de convivência com a Joana. Estamos nos conhecendo, nos entendendo e fazendo o que é possível para que os dias e as noites sejam tranquilos. Nem sempre são. Agora ela dorme e eu penso. Onde seus sonhos vão te levar?
Amo minha filha. E vou amar ainda mais. É bom pensar assim. Um amor que cresce a cada dia. Mesmo que o cansaço te consuma e provoque a sua sanidade mental. É assim mesmo. Depois ela sorri sem saber que está sorrindo e está tudo bem.
Joana é uma menina delicada. Chorona. Mas com uma carinha de sossego nas horas em que está satisfeita. Quando quer alguma coisa chora sofrido (bonitinho). Ou chora com força (tampem os ouvidos). Nossa mulher-gato. Meow!
Bichinho bonito.
Welcome Joana

Em breve talvez esse blog ganhe novos rumos, novos temas e histórias. Joana vem aí. Está, nesse momento, na minha barriga pronta para nascer e ver o mundo do lado de cá. Eu e Otavio a esperamos ansiosamente vivendo todos os medos e alegrias que um primeiro filho pode despertar. É uma página em branco. E uma vida para preenchê-la. Vai ser cansativo e divertido, espero. Estamos felizes como nunca e pagando pra ver. Que venha a menina Joana Fonseca Nazareth. A primeira neta de D Carminha e Seu Raimundo. A sétima bisneta de Seu Almir. Welcome. Viva à vida, viva!
Publicado em Uncategorized
A fábula do absurdo

Tim Walker é inglês e teve uma infância feliz. Um dos fotógrafo de moda mais autorais dos últimos tempos e queridinho dos editoriais da Vogue me lembrou, de uma forma diferente, a primeira vez em que vi as imagens de David La Chapele no início dos anos 90. Mas a pegada é outra. É de hoje.
Vai lá ver mais www.timwalkerphotography.com
Publicado em Uncategorized
Mentiras sinceras
Depois de um longo e tenebroso inverno o blog continua vivo. Juro.
Agora, nesse exato momento não vai dar tempo de fazer um post interessante (então porque está escrevendo, cacête?). Só pra me convencer de que o blog não, não está morto. Juro.
Publicado em Uncategorized
The Media Revolution (clica no link abaixo da imagem!)

http://www.youtube.com/watch?v=xj8ZadKgdC0
Só pra lembrar que o futuro a Deus pertence.
Um beijo e tchau.
Amo Eggleston



As imagens de Eggleston têm estética própria, difícil de repoduzir hoje em dia. Porque a luz é outra, as pessoas mudaram, as roupas e ambientes já não existem como eram. Tudo meio anos 70. Uma belezura.
Extraído diretamente do site oficial.
A native Southerner raised on a cotton plantation in the Mississippi Delta, William Eggleston has created a singular portrait of his native South since the late 1960s. His large-format prints monumentalize everyday subjects. Although he began his career making black and white images, he soon abandoned them to experiment with color technology. The Museum of Modern Art’s groundbreaking one-man show of 1976, William Eggleston’s Guide, established his reputation as the pioneer of modern color photography.
The appreciation of Eggleston’s work has come a long way since the 1976 exhibition. He has been called the “father of color photography” – although he did not of course invent it – and since the 1990s he is widely regarded as the leading and most influential color photographer of the 20th century.
Publicado em Uncategorized
Avrupa
Uma das melhores coisas de se viajar é poder provar. Provar falar outra língua, provar se vestir diferente, provar ficar sozinho, provar fazer amigos ou provar comida. Meus olhos ficam atentos as vitrines, pratos e sapatos. Ouço no metrô as conversas que não me pertencem querendo fazer parte daquilo tudo. Escaneio da cabeça aos pés a roupa das mulheres mais elegantes e das meninas mais descoladas. Frio na barriga na hora de pegar um ônibus sozinha sem saber onde vou descer. Viajar devia ser obrigatório.
* Avrupa (“aurupa”) é como se diz Europa em turco.
Roma
Na falta da TV a cabo me contento com as série em DVD compradas nas Lojas Americanas. Assisto tantos capítulos por dia quanto um ser humano pode aguentar. Um olho torto e outro meio aberto sempre insisto em ver mais um. Tenho assistido Roma. Eu sei, não é nenhuma série nova, mas pra mim é. Vale? Primeiro tem aquela coisa de gladiadores fortes, muita carnificina, muita mentira, intriga e traição. Alguém se inspirou no Manoel Carlos. Depois, a parte séria, tem um figurino absurdo e uma cenografia inacreditável. Não estou nem metade. Tem muito chão, como dizem.
Publicado em Uncategorized




